Porra, essa semana passou rápido.
Quanto mais horas eu acumulo naquela faculdade mais horas eu acho que vou precisar acrescentar no meu dia, porque nada pára nunca e o tempo fica cada vez mais curto.
É a plena satisfação de se descobrir exatamente onde se queria estar; de ter mil possibilidades abertas bem na ponta do nariz. Uma força que nunca seca e que vem lá de dentro e tem uma fonte só: um amor incalculável. Pela vida, por essa cidade que eu só sinto saudades hoje, por momentos inexplicáveis e soberanos neles mesmos, pela ação e não pelas palavras vãs escritas em escritos imateriais, pelos gestos e pelos olhares,
amor pela presença,
e por um apoio, um respaldo técnico psico-emocional que só o amor e a reciprocidade do amor sabem dar.
E mesmo assim, e mesmo tendo pensado todas as vezes que eu entrei em um ônibus nessa semana que eu estou exatamente onde eu pertenço e onde eu quero estar,
o pé coça e pede pra andar e ir mais longe, e ver o quão longe eu posso ir, e andar distâncias imensuráveis e explorar e ir até aquela tênue linha do limite entre a coragem e a pretensão, a vida e a existência besta.
Que todo cotidiano seja uma caixinha de surpresas de pequenos prazeres,
e que partir seja sempre uma escolha e não uma fuga.
Cheers!
quinta-feira, 3 de abril de 2008
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